cachaça sem graça apruma o cachaço
mais letras pacatas de mira na prosa
sem cosa sem casa sem nostra
que bosta
pois baste, batuque
tipo sinais de fumo
o grumo embaçado
pois tussa essa vossa
ruína anilar.
pousei
por pousado
mais deixe-se estar
é o traço incolor
atrás do altar
depondo a certeza que traz uma trave
oculta e central
o mar nos degraus.
o ódio com a fera
febril no resguardo
humedece a madeira de lenha nativa
altiva e serena, melódico embate
coxeia certeira, serpentes no braço.
nesse embuste fraterno cabe a alma
e a calma e alma e a calma
a alma e a calma a alma
e a lama
e um toque hediondo
a dizer dorme já.
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