malandros não estão nem aí
serpenteando por cá, largam um rasto
de areia das brechas que os crivos
vulgo pitões mais seus dentes serrados
acumulam em voltas ariscas na praia,
a botânica a monte onde todos já sabem.
diz-se um lembrete lacónico, na urna, que estável
capacidade lascada de crenças bem soltas
contidas nas copas, em águas com tónico
sementes diurnas com a força da síntese
obreia segunda, dormente e amável
rompendo o destino pagou as avenças.
tonta, na estrada te embalas, canções de perigo
e a pele que largas
eles não estão nem aí.
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