ei, espectro dum lapso
ficas pelas cinzas que me cobrem
as coxas rasgadas dum abre e fecha
da cambraia, da nóia, pois bem
é de pousar a tocha, sem risco
não assombra, acolhe
aponta a verdade que escolhe
e tornamo-nos um.
de onde vem amar
o mal aspecto?
espectro, espectro
por minha virtude, vetada
characina combinada, tinge
a barriga, os poros sujos de soja
do óleo da mota, mundo barato e pequeno
dormindo apenas, é bom quando trazem
a marmita
emoções pelo contrário
não cabem na caixa dum glovo.
viu, vem da velação
vem da vela de onde vens
não se a tira, vistaço
e bem vivida
vem das vestes da verderena.
como é prudente o fantasma
duma sesta culpada,
valeu.
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