deste de caras com homens
cujas amarras liaram as marcas
no asfalto, dos dentes
do crivo que leva a vontade vilã.
amanhã é a jusante
da crença e da força
da fé.
do planalto
um pombo asqueroso
ouve, anuncia:
o verso, conta connosco.
é moço:
deu de caras com contos
dos que não são monstros
torna que nada temas
reitera, conta connosco
aguarda e vislumbra
quando secam-se as veias
e maltoso por dentro
escapa-se ao poço.
osso, osso, osso
e alma.
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