namae namae doki
doki dói a ver o tempo que
o motorista leva até fechar
um pedido fechado às escuras.
são canções robóticas, azuis
simples e ~~ pum
qual é qual é qual é?
quem é que fez parte dest-
ninguém ninguém ninguém
ninguém ninguém ninguém
ninguém ninguém ninguém
sorry sorry sorry
uh - uh trovando contos
justificam boças, contas que fazeis
em tédio, conforme, a voz que impele
ao trabalho, fracote sem coragem
o mecanismo que tomam todos
para lidar com isto de que
ninguém ninguém ninguém
ninguém ninguém ninguém
ninguém ninguém ninguém
é pessoa pessoa pessoa
pessoa pessoa pessoa
só uma forma coadjuvante de ser
esquecido pelo tempo devorante
faminto e certo, bocanhando tudo
quanto cabe na falta de vontade
cultivada por
ninguém ninguém ninguém
ninguém ninguém ninguém
ninguém ninguém ninguém
ou
tu e tu e tu e tu
mas paga quem canta e faz memória
sem matéria daquilo incontável, essa tal
força indeterminada e fogosa
escrita apenas em fugazes contos
- brincos, formato de vestuário
para lidares com a fumaça inútil
que arremata em quem és.
já tá
já foi
és tu a
maria que não fez
nem deu nem deu
luz ao filho Dele
concebe apenas a face inculta
dos que penam como os burros
como as penas cinzentas aplanadas
pelas rodas e por quem sabe mais
que há-há-há-há
envolto em segredos, as luzes que cabem
na manga dum mago malvado, cheio de respeito
pois encho de catarro, espirro, inspiro
já tá
e entredentes
ah!
ping!
morre morre morre
morre morre morre
morre morre morre
morre morre morre!
o sal da terra verte o líquido purulento dos seus proventos
sucinto, o éter e a sua forma
ficando assim dobrado e esquecido por mais mil anos.
lembra-se portanto o Pai e pouco mais
picando - devorando
carne plástica e pouco mais.
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
誰の記憶にも残る人間はいない
Nenhum comentário:
Postar um comentário