uhhhhhhhh!
cego por teu vislumbre
encantando, quem és?
o teu nome?
vestido liso, leve, que promessa
que sois. entregue aos andares
do teu passo que nem sei
culpo o nei, coitado,
e sonho contigo.
hmm.
passos de dança, líquido
esquecer é substância.
cego por teu vislumbre
encantando, quem és?
o teu nome?
vestido liso, leve, que promessa
que sois. entregue aos andares
do teu passo que nem sei
culpo o nei, coitado,
e sonho contigo.
hmm.
passos de dança, líquido
esquecer é substância.
tudo o mesmo,
luta contra um verso,
tudo o mesmo
com o medo que escrevo
mas distante nada temo.
sabe lá, sabes lá.
luta contra um verso,
tudo o mesmo
com o medo que escrevo
mas distante nada temo.
sabe lá, sabes lá.
quão raro, não?
saber ao que se vai,
o que se quer, ao que se arrisca
um plano claro e amplo como o céu
posto nos teus olhos.
quadrados mais reais o que vi
em planos térreos e certos
táteis como o chão e o pão e um não
escondido no silêncio e algures aqui.
saber ao que se vai,
o que se quer, ao que se arrisca
um plano claro e amplo como o céu
posto nos teus olhos.
quadrados mais reais o que vi
em planos térreos e certos
táteis como o chão e o pão e um não
escondido no silêncio e algures aqui.
esculpi-te numa foto
trato artesão, de autor
só tu linha reta
entre agora e o querer
e entre saber e querer.
certo, como nunca
e incerto, como sempre.
trato artesão, de autor
só tu linha reta
entre agora e o querer
e entre saber e querer.
certo, como nunca
e incerto, como sempre.
Nenhum comentário:
Postar um comentário