terça-feira, 15 de outubro de 2024

diário do barreiro I

que bem se dorme sem o peso dos sonhos
os olhos trancados a sete charros, que beleza
o silêncio e o tempo a passar rápido.
mais cinco minutos, levanto-me à pressa
e nem tenho ramelas.
divindades descansaram nesta noite
a raiva trocou com a moleza.
desperto e com a espada à cinta
vejo pela janela um buraco finalmente tapado:
acabaram as obras, boas notícias.


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