é que hoje eu não faço nada!
chispem as fuças acalentadas daqui
pra fora e pro raio que as parta
em ódio requentado e ao de leve,
suave, de barba feita e pronta
para a noite
para a hora da sesta
para uma sexta fria
encasacada dos pés às orelhas
eu digo:
xôôôôô como quem vai a ceuta
diz que há sombra à espreita
e siga siga
siga daqui a nunca.
eu tenho dois casacos
mas muitas mais amarras,
as varas contracenam
condizem c'as mis taras,
dizem "boas
com quem se veste aqui?"
respondo entredentes
que n'importe qui.
falar é parar
parar é o quê?
vê vê vê
xamã e um colibri.
Nenhum comentário:
Postar um comentário