quando li que a habitação acessível da câmara
era o fertilizante da árvore jovem que cimenta
as raízes para crescer saudável, vomitei.
como escreve mal este mandrião
vê-se a barriga gorda pelas vírgulas
o sorriso falso com os dentes todos sujos
de vinho tinto do bom a escorrer pelos cantos
o lábio a forçar-se em voluntárias à procura
dum consolo existencial no partido que orbitam.
que nojo, estimado leitor,
nunca serei cúmplice deste banditismo
de cara lavada a dançar como as moscas
numa junta repleta de senhoras tão belas
como as que aqui residem, entre rios, no barreiro.
aos cabeças-de-faculdade e ao ruizinho:
tentativamente matem-se.
mandaste uma posta num blog transiente
se soubesses o que é tão arrojado vernáculo
roubaste a template de um site de aulas
porque os menus falam de vários saberes
que aqui não constam, naturalmente,
só sabes ser feio e amanhar o bigode
e abanar a pixa e pingar o teu mijo
por cima da cerâmica que não sabes obrar.
incompetente.
somos dois, não nego.
mas eu não me faço às pujanças políticas
que como és urso atacas sem medos.
rui braga, és um bosta
um asno perdido
a tua cara de narso não torce em delito
dava-te mil voltas, eu e os meus
trocarias um bairro
por coca e uma foda.
canalha escumalha
atira-te ao lago
brotarão umas flores
mais lindas que tu
quando eras criança e não sabias roubar.
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