essa mesmo, essa auto-confiança toda
murcha quando cantam presenças
de quem és contra lumières ou
chances, porquanto parecidas
como se soubesses a descrição
de candelabros e fontes resplandecentes
parqueadas em jardins embandeirados
do norte, do norte
libertos das avenças que trancam a
caaaaaastaaaa rassssssssa
miserável casta
raaaaaaaaaaaaaaasa.
segue a dança arrítmica
cá, que reflete o lá
que não somos, plebeus
em máscaras, cornos armados
em grandes, caralho, que desdém
desta imunda forma de estar.
jardim, madeira da loja
desenhando-lhe os contornos
incertos e filhos dum ocaso
bem planeado
sei-vos as voltas seus
pele-murcha
seus batons baratos em cores
processadas
seus carecas em negação, cobertos
das notas que tornam a forma
digna
nos mínimos
olímpicos
para que alguém deixe em texto
o vernáculo que opera quando
são todos michael
o tal, o jackson, o papa-bebés
como sentem a espuma de estar aqui
e como sinto tirar-lhes o capucho
disfarçado de grande forte fodente
uffffffff, que repulsa.
quem guia senão
o Pai
e cabe ao verme indolente
de mira fraca, fraquejando
por mamas contidas, pequenas
desculpa
as franjas
negras que sorvem pecados
pelo acima. pelo acima
que não se digna que seja
dignamente dito, por vezes por certo
por vezes sem querer
há verosimilhança nos caixotes
onde as meto mas sei que é um
erro operante e os elevados pertences
do domínio de clássicas divindades
achando-se máquinas, condutoras
e certeiras vão
seguindo
hmmmmm, que burrice
pegada
não saberiam dizer um tacto
honesto e querente
nem que lhos pisasse os armados
e munidos calcanhares.
o Pai guia
mas tenta-me pela berma
um desejo pecante
brota quando te aponto
os olhos negros e cegos
vedados em pecados terrenos
possuinte dos contornos que
te fazem senhora
e ele dita o verso
aludindo a uma qualquer bênção
"quem diga o que há!"
"quem diga como são
MI-LA-GRES"
e eu aceno ou assinto
óbvio
negarei a Verdade?
mas esse desejo
essa fraca lascada
dentição ombreia
contra ela o orgulho
a castidade
a virgem vontade de voltar
atrás, saber quem és em pleno
e exclusivo. nem eu,
nem tu
nem tudo
nem nada
uma vaga memória fumega
dum potencial inconcluso, pensativo
e carregado de sapiência
chamam-lhe experiência
eu considero apenas uma forma
de saber quem foste
por mulheres alheias.
hmmmmmmmm
com quantos emes se cantam
contornos autênticos?
hm hm hmmmmm
virulentos instintos corruptos!